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Trabalhadores rurais de Varjão de Minas comemoram conclusão de curso de alfabetização de adultos

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Por meio de uma iniciativa do Instituto Marina e Flávio Guimarães (IMFG), mantido pelo Grupo Bmg, trabalhadores rurais de Varjão de Minas, na região do Cerrado Mineiro, celebraram na última quinta-feira (22) um marco transformador em suas vidas. Nessa data, eles concluíram a participação na primeira turma de um programa de alfabetização de adultos e deram um novo e importante passo em direção à plena cidadania, com mais oportunidades de novos estudos, de qualificação profissional e aumento de renda.
O curso “Cultivando Educação: Todos Lendo e Aprendendo em 100 Dias”, desenvolvido especialmente para adultos do meio rural, com aulas conduzidas por educadores do Sistema Divina Providência, contou com a participação de 11 trabalhadores da região e transformou o cotidiano na vida pessoal e nas fazendas onde eles atuam.
“Eu nunca tive oportunidade de estudar. O único lugar que me deu essa oportunidade foi aqui. Eu vivi no escuro por muito tempo e hoje eu consigo enxergar. Porque quem não sabe ler e escrever hoje em dia, é praticamente cego. Não tem nada nesse mundo que me desafiou tanto quanto a falta da escola. A pessoa que não sabe ler nem escrever é desafiada o tempo todo. E eu vou continuar estudando, não vou parar não”, afirma José das Dores, trabalhador do Guima Café e aluno do projeto.
“Ao longo desses 100 dias de curso, os alunos evoluíram bastante, ganhando mais confiança e domínio do conteúdo. Eles se sentiram mais motivados e realizados ao perceberem o próprio progresso. Depois das aulas, muitos expressavam entusiasmo e gratidão por aprenderem algo novo. Foi muito gratificante fazer parte dessa jornada, ajudando essas pessoas a alcançar suas metas. Essa experiência foi realmente especial e inspiradora para mim também”, avaliou a professora Renata Gomes.
“A alfabetização de adultos é um dos maiores desafios do país, especialmente nas áreas rurais. Por isso, o IMFG reafirma seu compromisso e investe na educação como força motriz de dignidade e inclusão social. A colheita, desta vez, foi diferente e os frutos prometem transformar vidas”, afirma a diretora executiva do Instituto Marina e Flávio Guimarães, Rosana Aguiar.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram claramente a desigualdade no acesso à educação no país. Segundo o Instituto, em 2023, cerca de 5,2 milhões de brasileiros com 60 anos ou mais não eram alfabetizados, uma taxa de 15,4%. Entre os mais jovens os índices caem progressivamente — 9,4% a partir dos 40 anos, 6,5% a partir dos 25 anos e 5,4% entre os que têm 15 anos ou mais — sinalizando maior acesso à educação nas gerações recentes.

Sobre o IMFG
O Instituto Marina e Flávio Guimarães (IMFG) centraliza as ações sociais do Grupo Bmg, com 94 anos de atuação no Brasil. Fundado para impulsionar transformações sociais, o IMFG promove o desenvolvimento humano e o fortalecimento das comunidades onde atua. Em 2024, seu segundo ano de atuação, o Instituto beneficiou mais de 48 mil pessoas e apoiou 26 projetos focados em inclusão e desenvolvimento social, reafirmando seu compromisso em gerar impacto positivo e duradouro.
Sobre o Guima Café
O Guima Café é produzido na Fazenda São Mateus, nos municípios de Patos de Minas e Varjão de Minas, Região do Cerrado Mineiro, no Alto Paranaíba (MG). Com capacidade de produção anual de 35 mil sacas, sendo 70% da produção de café especial, é uma empresa do grupo BMG.
Membro da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e detentor do selo de denominação de origem Região do Cerrado Mineiro, que indica a origem do seu produto, o Guima Café é certificado pela RainForest Alliance desde 2008, e pelo Certifica Minas, AAA da Nespresso e Café Practices.
Recentemente, reforçou seu compromisso com a produção sustentável, sendo a quarta fazenda no mundo a receber a certificação britânica Regenagri® de cafeicultura regenerativa. Em 2023, foi premiado como Melhor Café do Mundo na oitava edição do Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café.

 

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