terça-feira, outubro 27, 2026
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Filarmônica de Minas Gerais realiza a 17ª edição do Laboratório de Regência. Concerto gratuito de encerramento dia 28 de outubro, às 20h30, na Sala Minas Gerais.

Atividade pioneira no Brasil já atraiu mais de 200 jovens maestros

Um grande concerto aberto ao público e gratuito no dia 28 de outubro, às 20h30, na Sala Minas Gerais, encerra as atividades do Laboratório de Regência 2026 da Filarmônica de Minas Gerais. Sob a Sob a batuta de Breno Albuquerque, Cleber Felipe Harmon, Felipe Ayala e Isaac Gonçalves, regentes escolhidos para participarem desta 17ª edição, a Filarmônica apresenta a Sinfonia nº 5, de Tchaikovsky. A iniciativa, inédita no Brasil e criada pelo maestro Fabio Mechetti em 2009, possibilita que jovens regentes tenham sob sua batuta uma orquestra profissional e aprendam, na prática, os desafios da regência com o Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica. O concerto é gratuito, com interpretação em libras, e terá transmissão ao vivo pelo canal da Filarmônica no YouTube, pela Rede Minas e pela rádio MEC 87,1 FM (BH).

A distribuição de ingressos está sendo feita pela internet, no site da Filarmônica (www.filarmonica.art.br), limitada a 2 ingressos por pessoa.

 

Desde 2009, mais de 200 jovens regentes de todo o país já viveram essa experiência com a Orquestra. Alguns deles participaram da iniciativa mais de uma vez. Pelo Laboratório, passaram regentes que, hoje, destacam-se nos cenários nacional e internacional, como o atual maestro associado da Filarmônica de Minas Gerais, José Soares, que participou do Laboratório de Regência em 2017, tornando-se integrante da orquestra em 2020. Na edição 2026, foram disponibilizadas 15 vagas, sendo 4 para regentes ativos e 11 para ouvintes, que participarão de aulas teóricas e técnicas com o maestro Fabio Mechetti.

O Laboratório de Regência 2026 será realizado entre os dias 26 e 28 de outubro de 2026. Ao final, quatro regentes conduzem a Orquestra em concerto gratuito e aberto ao público, no dia 28 de outubro de 2026, às 20h30, na Sala Minas Gerais.

Este projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Mantenedor: Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais. Patrocínio Máster: Petrobras. Tem patrocínio Petrobras, tem Governo do Brasil.
Apoio: Inter, Circuito Liberdade e Programa Amigos da Filarmônica. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Governo de Minas
Gerais, Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal.

O Laboratório de Regência também conta com o apoio do Programa Amigos da Filarmônica e de patronos.

Conheça os jovens regentes do Laboratório de Regência 2026

 

Breno Albuquerque

 

Breno Albuquerque, 22 anos, natural de Salvador (BA), é regente, violinista e violista, graduando em Regência pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Iniciou sua formação musical aos 6 anos e, aos 9, começou seus estudos de regência no NEOJIBA, sob orientação do maestro Eduardo Torres, com quem mantém sua formação até os dias atuais. Ao longo de sua trajetória, atuou como maestro assistente do Coro Comunitário do NEOJIBA e, atualmente, integra a equipe de monitores de Regência do programa, além de atuar como assistente do maestro e violinista venezuelano Eduardo Salazar. Sua experiência à frente de orquestras e coros inclui trabalhos com a Orquestra Juvenil da Bahia, a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Bahia e a Orchestre de Chambre de Meyrin, entre outras formações. Como regente, realizou apresentações no Brasil e no exterior, incluindo concertos no Teatro del Lago, no Chile; na Alte Oper Frankfurt, na Alemanha; e em importantes salas de concerto de Pequim, Xi’an, Tianjin e Shenzhen, na China. Sua formação em Regência inclui estudos com maestros como Ricardo Castro, Edoardo Rossadini, Ligia Amadio, Catherine Larsen-Maguire e Laurent Gay.

 

Cleber Felipe Harmon

 

Cleber Felipe Harmon, 32 anos, natural de Mogi das Cruzes (SP), é regente orquestral e coral, diretor artístico e educador musical. Licenciado em Música pela Universidade Mozarteum, possui especializações em Regência Orquestral e Coral e mantém estudos de regência com o maestro Cláudio Cruz. Sua formação inclui cursos e aperfeiçoamentos no Brasil, Inglaterra e Itália. Em 2025, conquistou o 2º lugar no Concurso Nacional de Regência Maestro Isaac Karabtchevsky, promovido pela Orquestra Petrobras Sinfônica. Como regente convidado, esteve à frente da Petrobras Sinfônica, Camerata SESI-ES, Orquestra Sinfônica Jovem de Mogi das Cruzes e de orquestras no Brasil, México, Guatemala e Peru. Atualmente, é maestro e diretor artístico da Mogi Chamber Orchestra, Orquestra Sinfônica de Guararema, Coral Musicativa e Madrigal Vox Brasilis, além de regente da Orquestra Infanto-Juvenil Minha Terra Mogi.

 

Felipe Ayala

 

Felipe Ayala, natural de Brasília, atuou como regente convidado em diversas orquestras, incluindo a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro (Brasília), OJESP, Orquestra Experimental de Repertório, OSESP (em masterclass), entre outras, e foi premiado no Concurso Internacional de Regência do “Nuevo Mundo Festival” (Aruba, 2015) e na Academia Claude Brendel (2019).  Destaque na cena sinfônico-coral e operística de Brasília, dirigiu montagens como “La Bohème”, “La Traviata”, “Carmen”, “Lucia di Lammermoor”, entre outras óperas; e conduziu obras como “Carmina Burana”, o “Réquiem” de Mozart, “O Messias”, entre várias outras para coro e orquestra. É Bacharel em Música-Regência pela UnB e tem Especialização em Regência Orquestral pela Academia da OSESP. Estudou também na EMESP com Cláudio Cruz e participou de masterclasses com maestros como Marin Alsop, Thierry Fischer e Giancarlo Guerrero.

 

Isaac Gonçalves

 

Natural de Guarulhos (SP), 40 anos, Isaac Gonçalves é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Camerata SESI Espírito Santo, em Vitória. Formado pela Academia de Música da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), na classe do maestro Wagner Polistchuk, iniciou seus estudos de regência com o Prof. Dr. Carlos Costa (UFG). Sua trajetória inclui atuação à frente de importantes orquestras brasileiras e estrangeiras, como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, a Orquestra Filarmônica de Goiás, a Orquestra Sinfônica de Goiânia, a Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina, a Camerata de Los Andes, a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, entre outras. Foi regente das Orquestras Jovens de Anápolis e da Orquestra Jovem Municipal Joaquim Jayme, em Goiânia. Entre suas distinções estão o Prêmio Regente Destaque da Academia Claude Brendel, o prêmio na Academia Internacional de Direção de Orquestra da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, em Portugal, além de participações em concursos na Itália e Bulgária e no 1º Concurso de Regência Isaac Karabtchevsky.

Filarmônica de Minas Gerais

17º Laboratório de Regência

Para jovens regentes brasileiros

Com o maestro Fabio Mechetti

 

Concerto de Encerramento

28 de outubro – 20h30

Sala Minas Gerais

Concerto gratuito e com transmissão ao vivo

 

Regentes:

Breno Albuquerque

Cleber Felipe Harmon

Felipe Ayala

Isaac Gonçalves

 

 

TCHAIKOVSKY          Sinfonia nº 5 em mi menor, op. 64

 

 

CONCERTO GRATUITO, COM PRESENÇA DE PÚBLICO E TRANSMISSÃO AO VIVO PELO CANAL DA FILARMÔNICA NO YOUTUBE E PELA RÁDIO MEC (87,1 BH e Brasília/99,3 RJ).

A distribuição de ingressos será feita na quarta-feira, dia 21 de outubro, a partir do meio-dia, pela internet, no site da Filarmônica (www.filarmonica.art.br), limitada a 2 ingressos por pessoa.

 

 

Maestro Fabio Mechetti, Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Minas Gerais

 

Desde 2008, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo o responsável pela implementação de um dos projetos mais bem-sucedidos no cenário musical brasileiro.

Construiu uma sólida carreira nos Estados Unidos, onde esteve à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville por quatorze anos (1999 – 2014), tendo recebido o título de Regente Titular Emérito. Foi também Regente Titular das orquestras sinfônicas de Syracuse (1992 – 1999) e de Spokane (1993 – 2004), nesta última atuando como Regente Laureado. Em 2014, tornou-se o primeiro maestro brasileiro a assumir a Regência Titular de uma orquestra asiática, ao aceitar o convite da Orquestra Filarmônica da Malásia, onde permaneceu por dois anos.

Ainda nos Estados Unidos, atuou como Regente Associado de Mstislav Rostropovich, na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington, com a qual se apresentou no Kennedy Center e no Capitólio. Foi também Regente Residente da Orquestra Sinfônica de San Diego. Estreou no Carnegie Hall, em Nova York, conduzindo a Sinfônica de Nova Jersey, e tem dirigido diversas orquestras norte-americanas, como as de Seattle, Buffalo, Utah, Rochester, Phoenix, Columbus, entre outras. É presença constante nos festivais de verão dos Estados Unidos, como os de Grant Park, em Chicago, e Chautauqua, em Nova York.

 

Vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, Mechetti rege regularmente na Escandinávia, com destaque para a Orquestra da Rádio Dinamarquesa e a Orquestra de Helsingborg, na Suécia. Na Finlândia, dirigiu a Filarmônica de Tampere; na Itália, a Orquestra Sinfônica de Roma e a Orquestra do Ateneo, em Milão; na Dinamarca, a Filarmônica de Odense; na Escócia, a BBC Scottish Symphony; além de ter conduzido a Sinfônica Nacional da Colômbia e estreado no Festival Casals com a Sinfônica de Porto Rico. Na Argentina, rege regularmente a Filarmônica do Teatro Colón.

 

No Brasil, tem sido convidado a reger a Osesp, a Sinfônica Brasileira, as orquestras municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro, a Sinfônica do Paraná, a Petrobras Sinfônica, entre outras. Trabalhou com artistas de renome, como Alicia de Larrocha, Thomas Hampson, Frederica von Stade, Arnaldo Cohen, Nelson Freire, Antonio Meneses, Emanuel Ax, Gil Shaham, Midori, Evelyn Glennie, Kathleen Battle, entre outros.

Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Mestre em Composição e em Regência pela Juilliard School de Nova York.

 

ORQUESTRA FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS

A Filarmônica de Minas Gerais reafirma, a cada concerto e com uma vigorosa programação, sua vocação pela excelência artística. Referência no Brasil e no mundo desde sua fundação, em 2008, é resultado de uma política pública do Estado de Minas Gerais, seu principal mantenedor. Conduzida por seu Diretor Artístico e Regente Titular, Fabio Mechetti, a Filarmônica é composta por 90 músicos de todas as partes do Brasil, da Europa, da Ásia e das Américas.

A orquestra recebeu numerosas menções e prêmios, possui 20 álbuns gravados e obteve uma indicação ao Grammy Latino em 2020. As temporadas de concertos são realizadas na Sala Minas Gerais, sua sede em Belo Horizonte, em seis séries, sinfônicas e de música de câmara, em que são interpretadas obras do repertório clássico ao contemporâneo, com convidados de destaque nos cenários nacional e internacional.

Cumprindo com sua missão de difundir e promover o acesso à música de concerto, a Filarmônica mantém relevante programação gratuita e de cunho educacional em Belo Horizonte e outras cidades do estado. Possui, ainda, ações de formação profissional, e realiza transmissões ao vivo de suas apresentações.

Referência internacional por seu projeto arquitetônico e acústico, a Sala Minas Gerais é considerada uma das principais salas de concerto da América Latina. Juntas, Filarmônica e Sala Minas Gerais vêm transformando a capital mineira num importante polo da música de concerto.

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Leo Junior
Leo Juniorhttps://viralizabh.com.br
Bacharel em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário UNA, graduado em Marketing pela Unopar e pós graduado em Marketing e Negócios Locais e com MBA em Marketing Estratégico Digital, é um apaixonado por futebol e comunicação além de ser Jornalista certificado pelo Ministério do Trabalho.
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