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15/04 – Concerto une música, literatura e teatro no Palácio das Artes

Apresentação reúne composições de Claude Debussy, Gabriel Fauré, Edvard Grieg e Felix Mendelssohn; Ingressos estão à venda a preços populares na bilheteria do Palácio e na plataforma Sympla

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A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e o Coral Lírico de Minas Gerais se uniram no palco do Grande Teatro do Palácio das Artes, para um Sinfonico e Lírico em Concerto de uma das maiores obras-primas da história da música, o Réquiem de Mozart. Alem de Mozart a OSMG executou a peça Três Quadros de Victor Meirelles, do fagotista da OSMG Cláudio de Freitas. Esta será a estreia mineira da composição

Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG) apresenta, no dia 15 de abril, às 20h, um novo concerto da série “Concertos da Liberdade”, desta vez sob o título “Música para Teatro”, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes. A apresentação será regida pelo maestro convidado Felipe Magalhães. O programa propõe um percurso pela música inspirada pelo teatro e pela literatura, evidenciando como a criação sinfônica dialoga com a palavra poética e a cena dramática, e convidando o público a experimentar a potência narrativa da música — capaz de sugerir imagens, construir atmosferas e criar mundos inteiros apenas pelo som. A noite contará com composições de Claude Debussy, Gabriel Fauré, Edvard Grieg e Felix Mendelssohn. Os ingressos estão disponíveis a preços populares no totem e na bilheteria do teatro, e também na plataforma Sympla.

O programa reúne peças que adaptam diferentes obras da linguagem literária. Em “Prélude à l’après-midi d’un faune” (“Prelúdio à Tarde de um Fauno”), de Claude Debussy (1862-1918), inspirado no poema simbolista de Stéphane Mallarmé, a orquestra apresenta uma obra que inaugura uma nova sensibilidade sonora no final do século XIX. A escrita fluida, a paleta tímbrica inovadora e a ambiguidade harmônica instauram uma atmosfera de sugestão e refinamento que marcou profundamente a modernidade musical. Ainda no universo francês, “Masques et Bergamasques” (“Máscaras e Bergamascas”), de Gabriel Fauré (1845-1924), – originalmente concebida como música incidental para um espetáculo de teatro encomendado por Alberto I, Príncipe de Mônaco – revela delicadas evocações cênicas em uma música de elegância formal e lirismo contido. A relação entre música e dramaturgia se amplia na “Suíte Peer Gynt nº 1”, do norueguês Edvard Grieg (1843-1907), composta para o drama homônimo de Henrik Ibsen. Nessas obras, personagens e paisagens ganham tradução sonora imediata e comunicativa, como na célebre melodia de “Amanhecer”, cuja simplicidade melódica e construção gradual tornaram-se emblemáticas. Por fim, em “Sonhos de uma Noite de Verão”, de Felix Mendelssohn (1809-1847), inspirado na peça de William Shakespeare, a leveza, o humor e o brilho orquestral recriam o universo mágico da comédia shakespeariana, culminando na amplamente conhecida “Marcha Nupcial”.

A apresentação “Concertos da Liberdade — ‘Música para Teatro'” é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH, Usiminas e do Instituto Anglogold, Patrocínio Plus da Vivo e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. O Palácio das Artes integra o Circuito Liberdade, que reúne mais de 60 equipamentos com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. A ação é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Vale-Cultura. Governo de Minas, aqui o trem próspera. Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.

Parceria inédita — Com Diploma Superior de Regência Orquestral pela Escola Normal de Música de Paris (França) e Bacharelado em Regência pela Universidade Federal de Minas Gerais, o maestro Felipe Magalhães conta que essa é a primeira vez que sobe ao palco do Grande Teatro Cemig Palácio das Artes para reger uma orquestra. “A minha expectativa é muito grande, eu estou muito feliz e muito honrado com esse convite de participar da programação dos 55 anos do Palácio das Artes. A honra aumenta ainda mais sendo à frente a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, que é um patrimônio do nosso estado. Já tive a oportunidade de subir ao palco do Grande Teatro em outros momentos, mas não para reger uma orquestra e agora terei essa grande oportunidade”, conta Magalhães.

Desde 2020, ele é Regente e Diretor Artístico da Orquestra Sesiminas, junto da qual desenvolve trabalhos com os mais diversos gêneros de repertório, indo do barroco ao contemporâneo, do erudito à música popular brasileira e internacional. Também realiza com sua orquestra concertos didáticos, óperas, musicais, cineconcertos, participações em peças teatrais e palestras-concertos. Segundo o maestro, o programa demonstra a versatilidade da música. “Eu acho que uma mensagem importante que esse concerto pode passar para o público é a de que a música pode ser versátil e dialogar com as mais diferentes manifestações artísticas e humanas. Acredito que ela pode ter várias funções na vida da gente, as mais variadas. Ela pode nos fazer refletir, dançar, sorrir, chorar, etc. Portanto, a música tem essa capacidade de falar diretamente com a nossa sensibilidade”, aponta Felipe.

Programa do concerto

Claude Debussy – “Prelúdio à Tarde de um Fauno”

Gabriel Fauré – “Masques et Bergamasques”

Edvard Grieg – “Peer Gynt, Suite nº1”

Felix Mendelssohn – “Sonhos de uma Noite de Verão”

 

FUNDAÇÃO CLÓVIS SALGADO – Com a missão de fomentar a criação, a formação, a produção e a difusão da arte e da cultura em Minas Gerais, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Artes visuais, cinema, dança, música, ópera e teatro integram a ampla programação desenvolvida nos espaços sob sua gestão, como o Palácio das Artes, a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais e a Serraria Souza Pinto. A Fundação também é responsável pela gestão dos corpos artísticos — Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes — além do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Cefart, o Centro de Formação Artística e Tecnológica. Em 2026, ao celebrar os 55 anos do Palácio das Artes, a FCS amplia suas ações para todas as artes e todos os públicos, reafirmando seu compromisso com a democratização cultural. Palácio das Artes – 55 anos: ontem, hoje. sempre. A arte é o espaço do encontro.

 

Concertos da Liberdade – “Música para Teatro”

Data: 15 de abril (quarta-feira)

Horário: 20h

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes

(Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – Belo Horizonte)

Classificação indicativa: 10 anos

Valor dos ingressos: R$ 15 a meia-entrada e R$ 30 a inteira, à venda no totem e na bilheteria do teatro e na plataforma Sympla

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